Segurança na Montagem Industrial: NR-35 e Trabalho em Altura
Veja como prevenir acidentes em trabalhos em altura na montagem industrial no PIM aplicando rigorosamente a NR-35.
- Aléxia Perrone|

- 05/06/2025 · Revisado e atualizado em 23/05/2026|
- 8 min de leitura
Segurança em montagem industrial com NR-35 exige: equipe certificada (8h trabalhadores / 16h supervisores), Permissão de Trabalho (PT) para toda atividade acima de 2m, EPI com CA válido (talabarte, capacete, lónea) e Análise Preliminar de Risco (APR) documentada. O contratante é solidariamente responsável por acidentes envolvendo trabalhadores sem certificação.
Segurança na Montagem Industrial: Como Prevenir Acidentes com a NR-35 no PIM
Prevenir acidentes na montagem industrial no PIM exige a aplicação rigorosa da NR-35. Esta norma estabelece os requisitos para trabalhos em altura, definidos como atividades acima de 2 metros do nível inferior. No Polo Industrial de Manaus, com suas estruturas metálicas complexas e condições climáticas desafiadoras, a segurança é primordial. A Solutec AM integra a cultura de segurança em todas as etapas, superando o simples cumprimento normativo.
O PIM abriga centenas de indústrias com obras de montagem contínuas. Ambientes com calor, umidade e superfícies escorregadias aumentam os riscos. Por esse procedimento, a correta implementação da NR-35 é crucial. Ela inclui Análise de Risco (APR), Permissão de Trabalho (PT), uso de EPIs certificados e um plano de resgate. Estes elementos são pilares da segurança em qualquer obra industrial na região.

Alerta Crítico — Riscos da Montagem Sem Conformidade
Risco: Montagem industrial sem ART CREA-AM, sem APR (Análise Preliminar de Risco), sem treinamento NR-35 vigente para trabalho em altura ou içamento de cargas sem plano de rigging gera autuação fiscal (MTE), interdição da obra, perda de cobertura securitária e responsabilidade criminal em caso de acidente (art. 132 do CP).
Solução Solutec AM: ART CREA-AM por engenheiro habilitado, APR documentada, treinamento NR-35/NR-11/NR-10 atualizado, plano de içamento por engenheiro rigger e dossiê QA/QC completo garantem defesa documental e conformidade integral em fiscalizações MTE/IPAAM.
A Importância da Análise de Risco (APR) na Montagem Industrial
A Análise Preliminar de Risco (APR) é fundamental para qualquer trabalho em altura, conforme a NR-35. Ela consiste em um estudo detalhado de cada etapa da tarefa. Seu objetivo é identificar perigos e riscos potenciais à segurança dos trabalhadores.
Na montagem industrial no PIM, as estruturas complexas e o ambiente desafiador tornam a APR vital. Não é apenas um documento, mas uma ferramenta de gestão de segurança. Uma equipe multidisciplinar deve elaborá-la, incluindo engenheiros, técnicos de segurança e os executores da tarefa.
Aspectos Críticos de Segurança
Uma APR eficaz para montagem industrial considera diversos fatores. Ela identifica riscos de queda de pessoas e materiais, choques elétricos e intempéries. Também avalia superfícies escorregadias, interferências com outras atividades e a ergonomia.
Para cada risco, medidas de controle são propostas. Estas podem ser administrativas, de engenharia (como a instalação de EPCs) ou relacionadas ao uso de EPIs. A Solutec AM garante que cada APR seja específica para o Polo Industrial de Manaus, considerando as particularidades de cada projeto. Nossas soluções em segurança são adaptadas à realidade local.
A Análise Preliminar de Riscos (APR) é crucial para a segurança na montagem industrial, especialmente em trabalhos em altura. Ela complementa a NR-35 e a NR-18, sendo um instrumento essencial para o planejamento seguro. A NR-35.3.2 exige a análise de riscos antes de qualquer atividade, garantindo a prevenção de acidentes.
Metodologicamente, a APR deve alinhar-se à ABNT NBR ISO 12100:2010, utilizando matrizes de risco baseadas em probabilidade e severidade. Critérios quantitativos, como risco individual aceitável (< 10⁻⁵/ano), podem ser integrados. Em plantas com processos perigosos, a APR pode ser combinada com a Avaliação Quantitativa de Riscos (QRA).
Na prática, a APR para montagem no PIM considera trabalhos acima de 2,0 m, conforme a NR-35. Avalia também esforços admissíveis de linhas de vida (≥ 15 kN, ABNT NBR 16325-2), distanciamento de linhas energizadas (≥ 1,0 m, NR-10) e capacidade de carga de estruturas (fator de segurança ≥ 4, normas ASME/ABNT).
A complexidade logística da Amazônia Legal e a alta umidade intensificam a necessidade de uma APR robusta. A omissão ou deficiência desta análise pode acarretar descumprimento do dever de cautela (art. 157 da CLT) e infrações às NRs, resultando em autuações e responsabilização civil ou criminal.
Permissão de Trabalho (PT): O Checklist Essencial para Altura
A Permissão de Trabalho (PT) para altura complementa a APR. É o documento formal que autoriza a atividade. Ele valida que todas as medidas de segurança foram implementadas.
A PT deve ser clara e objetiva. Ela contém a descrição da tarefa, local, data e hora. Inclui os riscos da APR, medidas de controle, EPIs e EPCs, e o plano de resgate. É um checklist dinâmico, assegurando a conformidade antes do trabalho.
Detalhes Técnicos
Supervisor, profissional de segurança e trabalhadores assinam a PT. Este aspecto atesta ciência e comprometimento. A validade da PT é restrita ao período da atividade. Em montagens no PIM, a PT é crucial para içamento e fixação. Ela assegura que a equipe conheça os riscos e que os sistemas de ancoragem estejam corretos, reforçando a segurança preventiva.
A Permissão de Trabalho (PT) é uma barreira formal de controle, não apenas uma autorização. Ela exige uma análise de risco detalhada e medidas de controle para trabalhos realizados acima de 2,0 m do nível inferior, conforme estabelecido pela NR-35. O planejamento de resgate e a capacitação são essenciais antes do início de qualquer tarefa.
O checklist da PT deve contemplar condições do local, isolamento, sistemas de ancoragem e inspeção de equipamentos. A revalidação do treinamento de trabalho em altura é exigida a cada dois anos, conforme a NR-35, além de reciclagens específicas. A integridade visual dos sistemas de proteção contra quedas é crucial para a segurança.
No Polo Industrial de Manaus (PIM), a PT deve considerar as condições climáticas amazônicas, como chuva intensa e umidade elevada. Essas condições podem acelerar a degradação de EPIs e comprometer a aderência, justificando a suspensão de atividades. A integração da PT com a APR e o bloqueio/etiquetagem é fundamental em serviços específicos.
A ausência de uma PT válida ou de treinamento adequado pode resultar em autuações trabalhistas e interdição da atividade. A documentação completa, incluindo a PT, análise de risco e registros de inspeções, deve ser arquivada e rastreável, conforme preconizado por normas e boas práticas.
EPIs e EPCs: A Dupla Essencial para o Trabalho em Altura
A segurança em trabalhos em altura na montagem industrial depende de uma combinação estratégica. Usamos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletiva (EPCs). A prioridade é sempre para os EPCs, que eliminam ou reduzem o risco na fonte, protegendo todos.
Quando os EPCs não são viáveis, os EPIs se tornam indispensáveis. Eles atuam diretamente na proteção individual. A escolha e o dimensionamento corretos desses sistemas são cruciais para prevenir quedas.
Aspectos Críticos de Segurança
Entre os EPIs mais críticos, destaca-se o cinturão de segurança tipo paraquedista. Ele deve ser bem ajustado para distribuir o impacto de uma queda. O talabarte duplo com absorvedor de energia é fundamental. Ele mantém o trabalhador conectado a um ponto de ancoragem seguro, mesmo em movimento.
Todos os EPIs, como capacetes com jugular, luvas e calçados, devem ter Certificado de Aprovação (CA) válido. Este aspecto garante conformidade com as normas técnicas brasileiras e internacionais. Mais detalhes podem ser encontrados em nosso blog sobre segurança do trabalho.
A seleção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para trabalho em altura é regida pela NR-06, que exige o Certificado de Aprovação (CA). Cinturões tipo paraquedista devem atender à ABNT NBR 15835, com talabartes que limitem a força de impacto em queda a ≤ 6 kN, garantindo a segurança do trabalhador.
Pontos de ancoragem estruturais são cruciais, demandando valores característicos mínimos de 12 kN por usuário, conforme a ABNT NBR 16325. Seu dimensionamento deve seguir a ABNT NBR 8800 para estruturas de aço ou ABNT NBR 6118 para concreto, considerando as cargas acidentais adicionais.
Para os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), guarda-corpos provisórios em andaimes e plataformas devem seguir a ABNT NBR 6494/16775. A altura deve estar entre 1,20–1,30 m, com travessa intermediária e rodapé de no mínimo 0,20 m, assegurando que a abertura livre não exceda 0,47 m.
A não conformidade com a NR-35 e normas técnicas associadas pode gerar autos de infração e interdição de áreas. Gestores técnicos podem ser responsabilizados civil e criminalmente, conforme o Código Penal, além de sanções ético-disciplinares pelo CONFEA/CREA, impactando a operação e certificações.

Linhas de Vida e Outros EPCs: Proteção Coletiva na Prática
Os EPCs têm um papel primário na prevenção. As linhas de vida, horizontais ou verticais, são sistemas de ancoragem essenciais. Elas permitem a conexão dos talabartes, oferecendo mobilidade e segurança.
Linhas de vida horizontais são usadas em telhados e passarelas. As verticais são aplicadas em escadas fixas e mastros. Guarda-corpos e rodapés em plataformas e andaimes são barreiras físicas contra quedas.
Detalhes Técnicos
A montagem e desmontagem de andaimes devem seguir a NR-18 e especificações do fabricante. Eles devem ser inspecionados antes de cada uso por profissional qualificado. A eficácia dos sistemas depende da correta instalação e inspeção periódica. A Solutec AM garante que todos os equipamentos estejam em perfeitas condições. Treinamentos contínuos minimizam falhas humanas e mecânicas.
A implementação de linhas de vida e outros Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) é fundamental para a segurança em trabalhos em altura. A NR-35 estabelece diretrizes rigorosas para a concepção, uso e inspeção desses sistemas, exigindo análise de risco e capacitação específica para os trabalhadores envolvidos.
O projeto de sistemas de ancoragem deve ser elaborado por profissional habilitado, conforme as ABNT NBR 16325-1/2014 e ABNT NBR 16325-2/2014. Essas normas detalham os requisitos para dispositivos de ancoragem, incluindo o dimensionamento adequado para suportar as cargas de retenção previstas, considerando a flecha dinâmica em linhas horizontais.
No Polo Industrial de Manaus, a seleção de materiais resistentes à corrosão é crucial devido ao ambiente amazônico. A degradação acelerada por umidade e oxidação pode comprometer a capacidade de retenção dos cabos, que tipicamente possuem resistências de 40-90 kN dependendo do diâmetro, conforme especificações técnicas.
A não conformidade com a NR-35 e as exigências do GRO/PGR da NR-1 pode resultar em sérias consequências. Este aspecto inclui autuações, embargo ou interdição de atividades, além de responsabilização civil e trabalhista em casos de acidentes, reforçando a importância da prevenção.
Plano de Resgate em Altura: Prontidão no PIM
Um Plano de Resgate em Altura robusto é essencial. Não é apenas uma exigência da NR-35, mas um pilar inegociável de segurança. Especialmente em projetos de montagem industrial no Polo Industrial de Manaus (PIM). A prontidão pode salvar vidas.
A Solutec AM forma uma brigada de emergência interna. Ela é composta por colaboradores treinados e capacitados para resgates complexos. Estes profissionais recebem treinamento avançado em resgate técnico. Incluem técnicas de acesso por corda e primeiros socorros para traumas de altura.
Aspectos Críticos de Segurança
Este aspecto garante uma resposta rápida e eficaz a qualquer intercorrência. A agilidade é crucial, dadas as operações críticas em altura e a logística do PIM.
O Plano de Resgate em Altura deve integrar-se ao plano de emergência corporativo, conforme item 35.6.3 da NR-35. A norma exige um plano previamente elaborado para atividades acima de 2,0 m com risco de queda, contemplando recursos, acionamento e análise de riscos específicos.
Tecnicamente, o plano deve compatibilizar-se com ABNT NBR 16325-1/2 para sistemas de ancoragem, ABNT NBR 15836 para dispositivos trava-quedas e ABNT NBR 15834 para cinturões tipo paraquedista. Ancoragens exigem resistência mínima de 15 kN por ponto, conforme ABNT NBR 16325-1.
Para o PIM, a consideração do tempo máximo de suspensão após queda é crucial. A síndrome da suspensão inerte pode gerar risco grave em 5–20 minutos, exigindo resgate rápido. Este aspecto inviabiliza a dependência exclusiva de equipes externas, demandando uma equipe interna ou contratada in loco.
O plano deve ser elaborado e assinado por um profissional legalmente habilitado (PLH), com ART registrada no CREA/CONFEA para projetos de linha de vida. Falhas podem resultar em autuações pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, conforme NR-35 e NR-28, além de responsabilização civil e penal.

Equipamentos e Treinamento: A Base do Resgate Seguro
A eficácia do resgate depende dos equipamentos de resgate adequados. A Solutec AM investe em um arsenal completo. Este aspecto inclui macas específicas, como as tipo cesto ou envelope. Elas são projetadas para imobilizar e transportar vítimas com segurança em ambientes verticais.
Sistemas de corda avançados, como descensores, ascensores e kits de resgate, são mantidos prontos. Talabartes, mosquetões e capacetes também são essenciais. Todos os equipamentos passam por rigorosas inspeções periódicas. Este aspecto assegura sua integridade e funcionalidade em momentos críticos, como o resgate por contrapeso.
Detalhes Técnicos
Treinamento específico e simulações periódicas são a espinha dorsal da preparação. Realizamos exercícios práticos que replicam cenários reais. Exemplos são o resgate de um trabalhador inconsciente suspenso ou a evacuação de uma plataforma elevada.
Estes simulados aprimoram habilidades técnicas, coordenação e comunicação. O treinamento abrange primeiros socorros avançados. Foco em trauma, imobilização e transporte seguro da vítima. A recertificação regular mantém a equipe atualizada.
A seleção de equipamentos para trabalho em altura deve seguir a NR-35, complementada pela ABNT NBR 15836 para sistemas de proteção contra quedas. Cinturões e talabartes, por exemplo, devem estar em conformidade com as ABNT NBR 15834 e ABNT NBR 15835, garantindo a segurança dos operadores.
A atualização da NR-35 (Portaria MTP nº 1.680/2025) exige o uso de talabarte integrado com absorvedor de energia para cinturões tipo paraquedista. Esta medida limita a força de impacto no trabalhador a aproximadamente 6 kN, alinhando-se às normas ABNT NBR 15834/15835 e protegendo estruturas mais leves comuns no PIM.
Os sistemas de ancoragem, essenciais em estruturas metálicas e pipe-racks, devem atender à ABNT NBR 16325-2. Esta norma estabelece cargas mínimas de 12 kN por usuário, com fatores de segurança usuais de 2,0 em projetos estruturais, garantindo a estabilidade e a resistência dos pontos de fixação.
Para o resgate em altura, a NR-35 (item 35.6) exige planejamento e disponibilização de meios eficazes. Este aspecto inclui kits de resgate com cordas estáticas (ABNT NBR 15986) e mosquetões com carga mínima de ruptura de 22 kN, além de procedimentos testados em exercícios simulados para assegurar a prontidão.

A Solutec AM atende toda a Amazônia Legal a partir de sua base em Manaus, com mobilização de equipes de montagem industrial para Itacoatiara, Parintins, Tefé, Coari, Tabatinga, Humaitá e Porto Velho. Cada operação inclui ART CREA-AM, plano de içamento (PT-AR) e checklists NR-35 como evidência objetiva de conformidade.
Normas Técnicas Aplicáveis
- ABNT NBR 8800:2024 — Projeto de estruturas de aço e estruturas mistas
- ISO 45001:2018 — Sistemas de gestão da segurança e saúde ocupacional
- NR-10 — Segurança em instalações e serviços em eletricidade
- NR-11 — Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
- NR-18 — Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção
- NR-35 — Trabalho em altura
Tabela: Hierarquia Normativa em Montagem Industrial
| Categoria | Norma de Referência | Aplicação Solutec AM |
|---|---|---|
| Segurança do Trabalho | NR-10, NR-11, NR-18, NR-33, NR-35 | Treinamento, APR, PT-AR documentadas |
| Estrutural | ABNT NBR 8800, NBR 14931, AWS D1.1 | Estruturas metálicas e concreto |
| Equipamentos Pressão | NR-13, API 510, API 570, ASME IX | Montagem de vasos e tubulações |
| Gestão Integrada | ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001 | Qualidade + SMS + Meio Ambiente |
Comunicação e Coordenação com Serviços de Emergência
A comunicação eficaz e a coordenação com serviços externos são vitais. SAMU e Corpo de Bombeiros do Amazonas são parceiros essenciais. A Solutec AM estabelece protocolos claros para acionar esses serviços.
Fornecemos informações precisas: localização, tipo de acidente, número de vítimas e estado. Planos de acesso para veículos de emergência são predefinidos. Este aspecto garante que o socorro chegue rapidamente, superando desafios logísticos de Manaus. A integração entre equipes internas e externas é fundamental para um atendimento contínuo.
Detalhes Técnicos
A coordenação eficaz com serviços de emergência externos é crucial, conforme a NR-35.7 e a NR-01.5. Os procedimentos formais devem considerar os perigos do resgate, o dimensionamento da equipe e o tempo estimado, articulando previamente com SAMU, CBMAM e Defesa Civil, conforme exigido pela NR-35.7.1.
O Plano de Ação de Emergência (PAE) e os planos de resgate em altura devem alinhar-se à ABNT NBR 15219 e à ABNT NBR ISO 45001. Em plantas com produtos perigosos, a ABNT NBR 7503 e a Resolução CONAMA nº 420/2009 são essenciais para prevenir contaminação ambiental.
Parâmetros quantitativos são fundamentais para a segurança. O tempo máximo de suspensão inerte deve ser inferior a 10–15 minutos para evitar a síndrome da suspensão. A velocidade do vento acima de 40 km/h é uma condição impeditiva para trabalhos por corda, conforme práticas derivadas da NR-35.
No Polo Industrial de Manaus, a logística desafiadora exige equipes internas de resgate vertical e brigadas estruturadas. Órgãos como o IPAAM frequentemente demandam PAEs integrados, abrangendo cenários de queda em estruturas sobre cursos d’água, conforme as condicionantes de licenças de operação.
Como Reduzir Seus Riscos?
❌ Risco
Trabalhador sem NR-35: Atividades em altura com trabalhadores não certificados expõem o contratante a responsabilidade civil, criminal e multas do MTE.
✅ Solução
A Solutec AM mantém toda a equipe certificada em NR-35 com registros disponíveis para auditoria.
❌ Risco
Sem APR documentada: Ausência de Análise Preliminar de Risco aumenta a probabilidade de acidentes por riscos não identificados.
✅ Solução
Elaboramos APR para cada atividade crítica, com identificação de riscos e medidas de controle.
❌ Risco
EPI inadequado: Uso de EPI sem CA válido ou inadequado para a atividade aumenta o risco de queda e acidentes fatais.
✅ Solução
Fornecemos EPI com CA válido e verificamos a integridade antes de cada uso.
Perguntas Frequentes
Sobre segurança em montagem industrial
P:Quais NRs se aplicam à montagem industrial no PIM?
As principais NRs são: NR-35 (trabalho em altura), NR-12 (máquinas e equipamentos), NR-10 (eletricidade), NR-11 (movimentação de cargas) e NR-18 (construção). O contratante deve garantir conformidade com todas as NRs aplicáveis.
P:O que é APR em montagem industrial?
A Análise Preliminar de Risco (APR) é um documento que identifica os riscos de cada atividade antes da execução, define medidas de controle e responsabilidades. É obrigatória pela NR-35 para atividades em altura e recomendada para todas as atividades críticas.
P:Como prevenir acidentes em montagem industrial?
A prevenção de acidentes exige: equipe certificada nas NRs aplicáveis, APR documentada para atividades críticas, PT emitida antes de cada atividade de risco, EPI adequado com CA válido e inspeções diárias de segurança.
Resumo Estratégico
Segurança em montagem industrial no PIM exige NR-35 (altura), NR-12 (máquinas), NR-10 (eletricidade) e NR-18 (construção), com equipe certificada, APR documentada e PT para atividades críticas. O contratante é solidariamente responsável por acidentes envolvendo trabalhadores sem certificação.
Se você gostou deste artigo, você precisa ler:
📚 Referências Normativas e Técnicas
[1] NR-35 — Trabalho em Altura
[2] NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
[3] NR-18 — Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
[4] Lei nº 6.514/1977 — Altera o Capítulo V do Título II da CLT (Segurança e Medicina do Trabalho)
⚖️ Compromissos Técnicos e Legais
Responsabilidade Técnica (ART): Todos os serviços executados pela Solutec AM são acompanhados de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida por engenheiros registrados no CREA-AM, conforme a Lei nº 6.496/1977 e Resolução CONFEA nº 1.025/2009.
Natureza Informativa: Este artigo tem caráter técnico-consultivo. A aplicação das soluções aqui descritas exige análise individual por engenheiro habilitado, com emissão de ART e projeto executivo adequado às condições específicas de cada obra.
Aléxia Perrone
Engenheira Mecânica
CREA-AM 36950AM · RNP nº 042226912-3
Especialista em construção, montagem e manutenção industrial, com atuação em paradas de manutenção programadas e emergenciais nos segmentos industrial, petroquímico, energético e de infraestrutura. Inspetora de dutos terrestres qualificada e especialista em processos de impermeabilização com geomembranas e geotêxteis. Técnica em Eletrônica Digital e Edificações, possui 9 anos de experiência em gestão da qualidade e de obras, fabricação, soldagem e integridade industrial, com foco em segurança, qualidade e desempenho operacional na região norte.
Montagem industrial com rigor em segurança, equipe certificada NR-35/NR-12, APR documentada e PT para indústrias no Polo Industrial de Manaus e em toda a Região Norte.
Solutec AM — Engenharia Industrial na Amazônia Legal
Há mais de 12 anos atendemos indústrias, fábricas e obras no Polo Industrial de Manaus e em toda a Amazônia Legal com impermeabilização, inspeção, ensaios não destrutivos e manutenção industrial. Todas as nossas soluções incluem ART emitida por engenheiros CREA-AM e dossiê técnico QA/QC completo.













